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A parte que mais me pegou é a que menos aparece no debate de modelo: os níveis H2 e H3. Quem constrói software para banco reconhece isso na hora, verificação, atribuição de falha e episode package não são luxo de observabilidade, são o que um regulador exige antes de deixar um sistema decidir crédito ou bloquear uma transação. Um modelo "genial" sobre um harness H0 é exatamente o que a auditoria reprova: acertou o resultado e não sabe dizer por quê. Sua tese de que a capacidade emerge do sistema, e não do modelo, é a forma técnica de dizer uma coisa que o mercado ainda resiste a aceitar: confiabilidade se projeta na camada de execução, não se espera do próximo release. Ótimo texto!

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